O mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente escolar

Enviada em 22/09/2020

“A escola passou a ser vista como um espaço de salvação” - Mário Sérgio Cortella, um grande filósofo brasileiro disse em uma entrevista ao Estadão, em 2014. Desde que a escola começou a desempenhar o papel de pais, ela tem feito isso: educação e ensino. No entanto, o aumento do número de casos de violência escolar mostra que as pessoas criticaram o atual estado da educação no Brasil e se tornaram um impasse.

No atual cenário brasileiro a violência escolar tem se manifestado de diversas maneiras: ataques violentos com armas, agressão física, intimidações psicológicas, como o “Bullying”, preconceito racial ou religioso e questões de gênero. De acordo com um estudo realizado pela UNICEF, cerca de 150 milhões de jovens entre 13 a 15 anos já sofreram ou sofrem “bullying” no ambiente escolar. De acordo com O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo, que mais de 44% dos professores já sofreram alguma forma de violência. Esse número é preocupante, e a parte mais inquietante é a omissão do Estado diante a esses dados estratosféricos.

Em consequência a essa omissão do Estado ante a esses dados, a questão de violência na escola não parte somente dos alunos para os professores, mas também acontece o inverso. Em diversos noticiários podemos observar que há alguns professores abusam do corpo de algumas alunas para melhorar sua nota, isso acaba por criar um efeito cascata, onde alunos acabam achando “normal” essa situação e repetem com outras pessoas.

Portanto, pode-se inferir que a violência dentro da escola tem causado danos à sociedade brasileira. Portanto, na recepção, o estado tem a responsabilidade de punir os alunos e professores que incitaram a violência nas escolas ou campi, de forma a evitar que sejam violados física ou moralmente para coagir esses atos ilícitos. Essas punições serão: assistir a palestras sobre a importância de respeitar os outros e ajudar a comunidade.