O mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente escolar

Enviada em 22/09/2020

É de conhecimento geral que quando se fala em uma problemática relacionada ao aumento da agressividade dos alunos em um ambiente escolar, lembra-se da calamidade que assolou uma escola estadual em Suzano, interior de São Paulo, propiciando à morte de dez pessoas. Com base nesse e nos demais ataques, a ideia construída a partir da agressividade tornou-se crescente e significativo na sociedade contemporânea. Além disso, é de referir que esses fenômenos são gerados em virtude da banalização da violência e a falta de supervisão com os jovens.

Correspondente a essa ideia, pode-se mencionar como um importante influente para a juventude os jogos eletrônicos. A partir disso, vale ressaltar que os jogos violentos podem desencadear a violência por imitação, uma vez que promovem a naturalização da conduta agressiva. Dessa forma, a exposição excessiva do jovem a esse cenário violento pode auxiliar para a banalização da agressão.

Entretanto, a questão dos jogos não é o único problema. Além disso, os jovens vêm vivenciando constantemente, por exemplo, com conflitos familiares, bullying, distúrbios psicológicos (diagnosticados ou não) e dificuldade no desempenho escolar, podendo impulsionar aos ataques às instituições de ensino. E também o fato dos alunos enfrentarem essas situações de forma silenciosa, na maioria dos casos, dificulta a identificação e por consequência, a resolução das problemáticas. Dessa maneira, pode-se afirmar que o acompanhamento dos jovens por meio de médicos especialistas e educadores é a base para auxiliar na diminuição do desenvolvimento de ações violentas e, em casos extremos, suicidas.

Portanto, é necessário que, primeiramente, o Ministério da Educação adote novas medidas para impedir o avanço da violência escolar, como: disponibilizar psicólogos, em instituições escolares de ensino básico e secundário, que visam auxiliar os alunos de acordo com sua situação; implementar campanhas de conscientização com as famílias sobre a importância do monitoramento, virtual e presencial, dos menores; e realizar cursos de capacitação com os educadores e funcionários para torná-los aptos a lidar com essas condutas. Logo, tendo essas medidas asseguradas, o ambiente escolar torna-se mais seguro.