O mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente escolar

Enviada em 24/09/2020

Em 2019, o município de Suzano ficou conhecido pelo massacre em um colégio que deixou mais de 10 mortos. Nesse cenário, a falta de segurança no local permitiu que jovens e professores morressem, corroborando ainda mais para o problema da violência escolar no país. Diante disso, vale analisar a ausência de segurança e, consequentemente, agressões aos professores no Brasil.

Podemos ressaltar que o principal fator da violência escolar é a falta de proteção nos colégios. Para exemplificar, sabe-se que caso não houvesse substâncias de defesa no organismo humano, agentes infecciosos atacariam nosso corpo. De maneira análoga, colégios sem profissionais de segurança estariam mais vulneráveis à ataques violentos tal como as células humanas sem anticorpos-proteínas defensoras.

As agressões nos colégios é grave ao ponto de os profesores sofrerem agressões de os próprios alunos. Prova disso é que, de acordo com o Sindicato dos Professores de São Paulo, 44% dos docentes paulistanos já foram vítimas da nocividade. Além disso, muitos deles não têm amparo da própria instituição, ou mesmo do Estado, fazendo com que a problemática perdure no Brasil.

Portanto, medidas são necessárias para a violência nas escolas brasileiras. Posto isso, o Ministério da Educação, em consonância com o Ministério da Segurança, juntamente com as instituições privadas de ensino, deve melhorar a segurança escolar, através da contratação de guardas em instituições onde há o maior índice de violência, a fim de proteger os alunos e profissionais. Dessa forma, os colégios do país estarão mais distantes da realidade vivida em Suzano.