O mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente escolar

Enviada em 28/09/2020

Falando de forma rasa, existem muitos fatores para levar um aluno no ambiente estudantil ficar mais violento ou agressivo com os outros colegas, professores ou até mesmo a direção da escola, mas o principal é a forma da educação pelos pais ou responsáveis, um pequeno exemplo, é quando um pai chega bêbado em casa e bate no próprio filho e na mulher, resolvendo os seus problemas na base da violência, oque acaba deixando o psicológico do aluno em um estado muito ruim para frequentar a escola, um aluno que recebe uma educação com mais diálogo ou discussões tem muito mais estabilidade mental que um aluno que é educado com base na violência.

Outro motivo para a agressividade dos alunos aumentarem a cada ano, é o próprio bullying, que se resume em fazer piadas que na perspectiva de um aluno não possuem graça, porém quando isso deixa de ser uma piada e começa a ser de forma agressiva como tapas ou socos, já é um outra situação, onde toda essa pressão psicológica se torna um grande problema, pois pode levar um aluno à depressão, que dependendo da gravidade, torna um aluno agressivo e pessimista com a escola e outras coisas relacionas à mesma. O real motivo de um aluno começar a praticar o bullying não é muito conhecido, porém, segundo o psicólogo clínico John Mayer, os praticantes de tal atitude buscam status ou poder em frente a um grupo de amigos humilhando as minorias que não possuem características consideradas “superiores” pela sociedade.

Não são muitos motivos que levam um aluno a ter uma alta agressividade na escola, porém os poucos que são conhecidos, são os mais comuns, como a educação dentro de casa, ou a forma de tratamento em sala de aula, porém, existe um jeito de mudar isso, primeiramente tudo deve-se iniciar em casa, se os pais ajudam os filhos com a escola, o ambiente escolar pode ser bem mais sustentável, outra coisa a ser feita, é o próprio professor(a) ter atitude para reagir a reações violentas com base na conversa, consultas psicológicas não devem ser descartadas também.