O mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente escolar

Enviada em 26/09/2020

Segundo o Artigo 205 da Constituição Federal, promulgada em 1988. Este por sua vez, afirma que: “a educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando o pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. Não obstante, nos dias de hoje a realidade não se manifesta de forma mútua. Deste modo, a escola gradualmente não é mais vista como uma questão disciplinar, mas sim como um âmbito de delinquência juvenil, beirando a porta da criminalidade. E essas infrações nas quais acabam por se tornar habituais neste ambiente, se dão principalmente pelo bullying, enfatizando o perfil do agressor e da vítima e as relações no contexto sócio familiar.

Em primeiro lugar, no lado pessoal, o agressor se vê superior. Isto pela presença de cumplices ou a vítima é alguém com pouquíssima capacidade de responder às agressões. O agressor sente a necessidade de ver o mal-estar da vítima. Segundo dados divulgados pelo Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), em 2015, constatou que no Brasil, 17,5% sofrem alguma forma de bullying alguma vez por mês; 7,8% disseram ser excluídos pelos colegas; 9,3% são alvos de piadas; 4,1% são ameaçados; 3,2% são empurrados e agredidos fisicamente. Logo, a vulnerabilidade que o jovem está imposto em uma instituição que prezaria por sua segurança, o faz ter o sentimento de não pertencimento e de frustração, acarretando em transtornos psicofísicos, como a depressão.

Em segundo lugar, qualquer tipo de violência sistemática pode ocorrer em tipo de colégio, seja público ou privado. Entretanto, conforme alguns especialistas quanto maior o centro educacional, maior o risco de que haja agressão escolar. Além disso, o terreno familiar é imprescindível para formação de valores do indivíduo, podemos então concluir que a origem da violência pode vir da esfera doméstica por motivos de vínculos familiares. A exemplificação disto pode ser expressa pela presença de algum ente querido violento, como também tensões matrimoniais ou a própria situação econômica. Evidencia-se que o próprio plano familiar contribuem para um conduta agressivas de crianças e adolescentes.

Portanto, se torna essencial a inserção de todos os meios contribuintes na discussão sobre o mau comportamento a agressão escolar. O assunto pode ser pautado por todos os meios de discussões, principalmente a internet por intermédio de campanhas que valorizem a inclusão de todos no ambiente educacional. Sendo assim o Ministério da Educação, as escolas de ensino fundamental e médio, juntamente das famílias devem promover discussões e incitar a participação dos alunos sobre tal questão. Assim, em um futuro prospero, podemos presenciar e cooperar para que haja diminuição desses casos, por consequência colaborar para o avanço social do país como um todo.