O mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente escolar

Enviada em 27/09/2020

” A escola passou a ser vista como um espaço de salvação,” — Mário Sérgio Cortella, filósofo brasileiro em entrevista ao Estadão, em 2014. Assim se faz, visto que a escola passou a exercer a função dos pais: educar e ensinar. Contudo, o crescente aumento dos casos de violência escolar revela a crítica a situação atual da educação brasileira e se torna um empecilho.

Nesse contexto, a violência escolar tem se manifestado de diversas maneiras: ataques violentos armados, agressão física, intimidações psicológicas, tais como o “bullying”, preconceito, questões de gênero e religião. De acordo com um estudo feito pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), cerca de 150 milhões de jovens de 13 à 15 anos já sofreram violência por parte de seus colegas. Além disso, a grande quantidade de influências externas ocasionadas através da família, pelos meios de comunicação e pela própria sociedade, induzem o aluno a praticar atos violentos.

Segundamente, as consequências desse episódio se notam em uma evidente baixa autoestima, atitudes passivas, transtornos emocionais, problemas psicossomáticos, depressão e falta de interesse pelos estudos. É indispensável a ação de políticas públicas para a conclusão desse problema.

Contudo, tendo em vista os argumentos apresentados acerca da violência escolar, é de suma importância que o Estado, juntamente ao MEC (Ministério da Educação e Cultura) crie medidas, como a realização de palestras sobre o tema, de modo a conscientizar os alunos e pais sobre o dano provocado por esse ato e o seu combate. Construindo, assim, uma sociedade onde todos se sintam respeitados.