O mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente escolar

Enviada em 09/10/2020

A profissão de professor sempre foi muito prestigiada. Apesar disso, os altos índices de violência nas escolas mostram uma realidade discrepante em relação a esses, tendo eles sofrido diversas agressões físicas e verbais. Sendo assim, é preciso entender como o Brasil chegou a essa situação, pois, a violência na escola é inaceitável.

Antes, as estatísticas mostram dados absurdos de violência contra professores, visto que, só no estado de São Paulo, segundo o portal Veja, cerca de 84% dos docentes já sofreu agressões, ou conhece algum colega que já passou pela situação. Nesse contexto, é evidente o problema da educação no estado mais rico do Brasil, e por conseguinte, é preocupante como está o resto do país, em virtude de estados como Alagoas e Maranhão não terem as mesmas condições de combater a violência e ter índices tão grandes quanto São Paulo. Em resumo, a violência nas escolas encontra-se em um patamar absurdo que pode levar a falência do sistema educacional brasileiro.

Ademais, ainda segundo a Veja, somente 25% dos professores acreditam que a escola deve tomar a iniciativa contra o problema, porém 71% das que tomam partido conseguem melhorar a situação. Nesse cenário, o filme “Escritores da Liberdade” transmite a história real de uma professora que encontra uma situação semelhante as escolas brasileiras, em que alunos estão envolvidos com a criminalidade, contudo, ela resolve o problema fazendo os alunos exporem suas angustias com o mundo através de diários. Dessarte, é mister que a escola seja o primeiro agente a ir contra a violência em seu espaço, dado que, não só a educação corre riscos, mas também todos os profissionais da área.       Portanto, tem-se a necessidade dos educadores lutarem contra a violência escolar; e para isso, Secretarias da Educação estatuais e municipais, devem criar campanhas em redes sociais e canais midiáticos, das consequências da violência na escola para conscientizar a população. Além disso, o MEC e o Ministério da Justiça e Segurança Pública devem construir espaços com atendimento psicológico para reeducar os alunos agressores.