O mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente escolar

Enviada em 09/10/2020

“As escolas passaram a ser vistas como um espaço de redenção”, - disse o filósofo brasileiro Mário Sérgio Cortella (Mário Sérgio Cortella) em entrevista ao Estadão em 2014. Desde que a escola passou a desempenhar o papel dos pais: educação e ensino, isso foi feito. No entanto, o aumento do número de casos de violência escolar mostra que as pessoas criticaram o atual estado da educação no Brasil chegando a um impasse.

Nesse caso, a violência escolar se manifesta de várias maneiras: ataques de violência armada, ataques pessoais, intimidação psicológica, como bullying, preconceito, gênero e questões religiosas. Um estudo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) mostra que aproximadamente 150 milhões de jovens entre 13 e 15 anos sofreram violência de seus colegas. Além disso, um grande número de influências externas causadas pelo ambiente familiar, a mídia e a própria sociedade levam os alunos a agirem com violência.

Portanto, as consequências desse evento se manifestam em uma diminuição significativa da autoestima, atitudes passivas, distúrbios emocionais, problemas psicossomáticos, depressão e desinteresse pelos estudos. A política pública é essencial para resolver este problema.

Porém, diante dos argumentos levantados sobre a violência escolar, é fundamental que o Estado e o Ministério da Educação e Cultura (MEC) desenvolvam, em conjunto, medidas como a realização de palestras e fóruns sobre o tema, a fim de conscientizar alunos e pais sobre esse comportamento. E o dano causado por sua luta. Portanto, construímos uma sociedade onde todos se sintam respeitados, pois “a violência, independentemente da sua manifestação, é sempre um fracasso, -filósofo francês Jean-Paul Sartre (Jean-Paul Sartre).