O mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente escolar

Enviada em 19/10/2020

No Brasil contemporâneo, o número de alunos agressivos está aumentando de maneira acelerada. Isso se deve, sobretudo, à má educação propiciada por pais irresponsáveis e ao bullying como causador de agressões. Desse modo, é urgente a reversibilidade do cenário em questão.

Em primeiro lugar, as atitudes tomadas por crianças no ambiente escolar são reflexos do que ela aprendeu com as ações de seus pais no cotidiano. Logo, o único caminho para diminuir a agressividade dos adolescentes é educando-os que a violência nunca é a solução para seus problemas. De acordo com o filósofo e matemático Pitágoras, “Eduquem as crianças e não será necessário castigar os homens”. Assim, conclui-se que se os indivíduos receberem uma educação correta, que ensine o respeito desde a infância, o número de jovens com maus comportamentos nas escolas diminuirá.

Em segundo lugar, para transformar as instituições de ensino em espaços agradáveis, além da exigência do respeito, também é necessário combater possíveis focos de violência, que normalmente estão presentes na forma de bullying. Visto que, além de provocarem problemas psicológicos nas vítimas, esses tipos de agressões podem desencadear graves transtornos, como ocorrido em uma escola em Suzano-SP, na qual dois jovens que sofriam bullying pegaram em armas para se vingarem, que resultou na morte de diversas pessoas. Dessa forma, é urgente conscientizar crianças e adolescentes dos resultados de atitudes desrespeitosas e ofensivas nos ambientes escolares.

Portanto, visando a um ambiente escolar favorável para todos, medidas devem ser tomadas. Para isso, urge que as escolas promovam campanhas, por meio de apresentações e palestras que busquem a conscientização das pessoas quanto a importância que o respeito tem dentro das escolas, de modo que pais e filhos sejam motivados a mudarem de comportamento, para que professores, alunos e trabalhadores se sintam mais seguros e felizes dentro das instituições de ensino. Só assim, casos como o de Suzano serão evitados e os colégios terão o respeito como fator mínimo para uma boa convivência entre todos.