O mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente escolar
Enviada em 01/12/2020
De acordo com a pesquisa realizada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico(OCDE), o Brasil lidera o ranking mundial de violência contra o professor. Esse fato possui fundamentos históricos, dado o descrédito concebido à área educacional, o qual desdobra-se no desrespeito do aluno contra o educador. Dessa maneira, tendo em vista essa grave realidade, é primordial que intervenções governamentais aconteçam.
Primeiramente, cabe ressaltar sobre as raízes nacionais, as quais deram início a desonra à área educacional e às presentes concepções dos jovens referente a escola. Desde o princípio(considerando-se a perspectiva ibérica) o Brasil foi idealizado como uma colônia de exploração, em que a educação era desestimulada. Dessa forma, atualmente, nota-se os desdobramentos dessa situação, uma vez que grande parte dos jovens, não atribui a devida notoriedade à educação, de tal forma que o educador é alvo de diversos desrespeitos e agressões.
Ademais, cotidianamente, os alguns profissionais da área da educação são colocados em situações vexatórias, devido atitudes imprudentes de alunos. Conforme a obra cinematográfica “Escritores da Liberdade”, a professora Erin passa por ocasiões humilhantes, causadas por seus jovens alunos, dado o mau comportamento deles em sala de aula. Analogamente, esse contexto se insere em diversas instituições de ensino, em que o educador é cruelmente violentado estudantes imaturos, devido a certeza de impunidade do juvenil.
Portanto, levanto em consideração esses aspectos, é imprescindível que medidas interventivas sejam tomadas. Logo, a fim de conceber um maior bem-estar ao professor, cabe ao Ministério da Educação - órgão governamental responsável pela educação nacional - por meio de parcerias com instituições de ensino, tanto pública quanto privada, aplicar medidas socioeducativas nos alunos que apresentarem uma postura desrespeitosa no âmbito escolar. Assim, os desrespeitos contra o professor, como apresentado no filme “Escritores da Liberdade”, se amenizarão.