O mercado de trabalho com o advento da inteligência artificial
Enviada em 09/10/2023
A Revolução Industrial ocorrida em meados do século XIX trouxe uma série de mudanças no merccado de trabalho, tal premissa perpetuo-se e, atualmente, a inteligência artificial é a nova tendência. Nesse contexto, nota-se que o surgimento de problemáticas como: a questão antropológica e a possível queda na oferta de empregos ocasiodo pela nova mudança. Logo, cabe analisar e discutir tal fenômeno e seus impactos socias.
É importante ressaltar, de início, que a introdução da inteligência artificial no mercado de trabalho não tem levado em consideração a questão antopológica. Nesse contexto, Thomas More, em sua obra " Utopia", retrata uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de problemas e de conflitos. Todavia, a incompatbilidade entre o novo advento tecnológico e as relações interpessoais humanas contraria a ideia de perfeição de More, uma vez que a inteligência artificial não poderá desempenhar certos comportamentos. Por consequência, categorias como a prestação de serviços seram afetadas dado a impossibilidade das máquinas em interpretar emoções, por exemplo. Logo, nota-se a necessidade da criação de meios para adequar o segmento do mercado de trabalho as novas tecnologias.
Além disso, a queda na oferta de emprego também está correlacionada ao quadro supracitado. Nesse sentido, dados da Al Readiness Index 2019 apontam que a inteligência artificial movimentará quinze trilhões de dólares mundialmente até 2030. Entretanto, embora as previsões de lucro sejam positivas presumisse o aumento do desemprego, visto que haverá uma adesão massiva das empresas. Consequentemente, problemas socias como pobreza e violência aumentaram. Portanto, é fundamental criar medidas eficazes para que a nova tecnologia no mercado de trabalho não traga a sociedade mais entraves ao invés de resolvê-los.
Em suma, é fulcral criar meios para lidar com as invenções da modernidade no meio trabalhista. Para isso, a ONU, Organização das Nações Unidas, órgão responsável por intermediar questões éticas e humanitárias, deve implementar uma cota miníma para o uso da inteligência artificial. Tal medida possui a finalidade de atenuar os efeitos problemáticos da tecnologia no setor de trabalho.