O mercado de trabalho com o advento da inteligência artificial
Enviada em 17/10/2023
A Inteligência Artificial (IA) no mercado de trabalho pode ser um tema benéfico ou maléfico para a população. No filme “Homem de Ferro 2”, produzido pela Marvel, conta a história de um multi-bilionário que se utilizou dessa tecnologia para substituir seu principal mordomo, transformando-o em uma IA capaz de fazer tudo que ele pedia. Com isso, pode-se fazer um paralelo fora dos cinemas, com muitas pessoas perdendo seus empregos para máquinas, gerado pela falta de controle do Estado em minimizar os impactos dessa substituição.
Primeiramente, nota-se que, com o avanço tecnológico, parte da população acaba sendo condenada ao desemprego. O advento da Inteligência Artifical, para aqueles que se utilizam dela, como o Google e a Tesla, pode ser uma ótima ferramenta para a otimização de tarefas, tornando mais eficientes e baratas as atividades que antes um ser humano realizava em horas, agora podendo ser feitas em minutos, sejam na área de Softwares ou até mesmo na fabricação de automóveis. Assim, muitas pessoas acabam desempregadas, mesmo que elas estivessem cumprindo bem o seu papel na empresa.
Ademais, pode-se afirmar que ainda não há uma fiscalização adequada do Estado nessas empresas. O Estado tem o papel de mediar os problemas e procurar reduzir os impactos que a “mecanização” vem causando, podendo desencadear um aumento do desemprego estrututal no país, devido a substituição do homem pela máquina. Sob esse viés, o Poder Legislativo brasileiro possui o grande papel de contornar este problema.
Pode-se, portanto, concluir que o Estado peca em fiscalizar e controlar a inserção da Inteligência Artificial no mercado laboral. Contudo, o Orgão Legislativo precisa tomar medidas com o intuito de ajudar os trabalhadores, por meio da implementação de leis que visam limitar a utilização dessa tecnologia em setores das empresas, possibilitando que as pessoas não sejam totalmente substituidas, contribuindo para o controle do desemprego. Verifica-se, assim, uma deficiência do Estado em promover um auxílio adequado aos trabalhadores.