O mercado de trabalho com o advento da inteligência artificial

Enviada em 27/10/2023

O filósofo Thomas Mores retrata em sua obra “Utopia” uma sociedade ideal e livre de problemas. Entretanto, com o desenvolvimento tecnológico no social a humanidade chegou á Inteligência Artificial (IA) - tecnologia capaz de usar dados da internet e pode ser programada para fazer qualquer coisa, incluindo trabalhar. Logo, no contexto de introdução da mesma no mercado de trabalho, nota-se consequências, como o desemprego e a subestimação dos intelectuais.

Nessa perspectiva, é importante saber que somente os estudiosos conseguem ter esse poder sobre a IA por ela ser um mecanismo complexo. No entanto, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, aproximadamente 23% da população não possui o ensino superior, ou seja, sem qualificação para trabalhar com as IA’s. Nesse sentido, com a inserção da mesma no mercado de trabalho, muitos indivíduos não terão chance de se empregar, o que causará o desemprego destas, analisado pelo IBGE com 7,3% no Brasil.

Ademais, com a excelência da Inteligência Artificial, defendida pelo seu criador Alan Turing, a capacidade inteléctica do ser humano pode ser questionada. Por exemplo, um trabalhador da área econômica deve ter habilidade na matemática, mas como esta tecnologia usa de algoritimos para obter respostas é a lógica o uso da mesma, subestimando o trabalhador. Desse modo, este é deixado de lado e a IA tem mais notoriedade no mercado de trabalho e podendo até causar o desemprego pela capacidade desta ser mais confiável.

Portanto, é imprescindível que este problema social seja resolvido para o bem da sociedade. Para tanto, o Ministério de Educação deve criar cursos de tecnologia para aumentar a chance dos cidadãos entrarem no mercado. Além disso, o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação deve proibir o uso constante de IA’s e na substituição de trabalhadores. Assim, a comunidade terá equilíbrio com a diminuição da taxa de desemprego e alcançará a utopia de More.