O mercado de trabalho com o advento da inteligência artificial
Enviada em 11/03/2024
Em “Transecendente: A Revolução” uma obra cinematográfica dirigida por Wally Pfister, é retratado um cenário que o protagonista é um pesquisador sobre Inteligência Artificial, consequentemente ele tenta criar uma máquina cuja as funções são possuir emoções humanas e que possa realizar trabalhos braçais . Analogamente, fora da ficção, já é possível observar algo similar na atualidade, a I.A tem se tornado cada vez mais recorrente no dia a dia. Nesse interím, entende-se que a Inteligência Artificial, para os trabalhadores já é uma realidade, porém isso pode se transformar em uma complicação.
A princípio, a tecnologia era algo que facilitava as tarefas do assalariado, contudo é perceptível no ambiente de trabalho um descontrole em relação ao uso das mesmas. Posteriormente pode-se se encontrar uma similiaridade na questão dos operadores de mimeógrafos, que era um serviço cujo tinha como encargo produzir cópias em massa, após a invenção das impressoras esse cargo deixou de ser útil. É certo afirmar que, o que antes era feito por pessoas foi preenchido por máquinas, e isso gerou inúmeros desempregos. Dessa forma, pode-se ver que a desvalorização de variadas profissões tem sido muito frequente, e como “solução” utilizaram a Inteligência Artificial para suprir tais funções.
Além disso, a desocupação só tem a tendência de aumentar ao longos dos anos. Como John Maynard Keynes diz “Estamos sendo atingidos por uma nova doença da qual muito ouviremos falar nesses próximos anos: o desemprego tecnológico”. As estatísticas são de que 40% dos empregos mundiais serão contagiados pelas técnologias. Os avanços tecnológicos são beneficentes para as pessoas, entretanto devem ser usados de uma forma que não se tornem dependentes dos mesmos.
Em suma, a Inteligência Artificial necessita ser usada de uma maneira que não afete uns aos outro em suas carreiras pofissionais. Assim, cabe a sociedade definir um limite de como desfrutar dos benefícios técnologicos sem gerar desemprego. Afinal, tal como no filme “Transecendente: A Revolução” não é desejado ter máquinas fazendo as funções que deveriam ser exercidas pela população.