O mercado de trabalho com o advento da inteligência artificial

Enviada em 11/03/2024

“Não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros”. A frase de Confúcio, filósofo chinês, é de tal maneira atemporal e serve muito bem para a reflexão da existência da advento da inteligência artificial no mercado de trabalho em território brasileiro. Relativamente a essa imensurável questão, é possível identificar que se trata de uma situação particularmente desafiadora que, com a ajuda de diversos fatores e agentes, acarretam diversos problemas sociais e culturais dramáticos.

Em uma primeira análise, é correto afirmar que, no tocante a esse tema, a inteligência artificial traz diversos malefícios ao mercado de trabalho. Tais problemas são causados pela substituição de seres humanos por inteligência artificial no mercado de trabalho, culminando em um número significativo de indivíduos serem preteridos em favor de mecanismos automatizados ou entidades robóticas. Hayao Miyazaki, fundador do Studio Ghibli, diz que “Nós, humanos, estamos perdendo a fé em nós mesmos”. Essa observação indica que a presença da IA em áreas antes ocupadas por humanos pode estar levando ao desperdício de potencial.

Nesse sentido, vale ressaltar que, embora a inteligência artificial tenha como propósito facilitar o cotidiano dos indivíduos, muitas vezes acabam desempenhando um cargo negativo na sociedade. Com a ascensão da tecnologia, seu uso se torna cada vez mais evidente nas artes e escrita nacional. Assim como evidenciado no jogo eletrônico “Detroit: Become Human”, entidades robóticas podem ser vistas como ameaça à liberdade criativa, tornando assim, impossível a coabitação passiva com tais máquinas. Sendo assim, o uso irresponsável dessas ferramentas podem causar danos à cultura em escala nacional.

Dessa forma, é notório que esse problema afeta cada vez mais os brasileiros em ambiente social e cultural com o advento da inteligência artificial no mercado de trabalho. À vista disso, cabe ao poder politico, na figura do governante, com participação pública na mídia, alertar, por meio de palestras, sobre o uso indevido da IA e suas consequências à população, tendo como objetivo estimular assim a autoconfiança, como proposto por Hayao Miyazaki.