O mercado de trabalho com o advento da inteligência artificial

Enviada em 31/08/2024

A Constituição Federal, promulgada em 1988, prevê que todos os cidadãos têm direito a trabalho. No entanto, o não cumprimento desse preceito é evidente, visto que o mercado de trabalho com o advento da inteligência artificial têm aumentando cada dia mais. Nesse sentido, é necessário analisar a priorização de interesses financeiros e a busca por automatização de tarefas repetitivas que tornam essa problemática uma realidade.

Diante desse cenário, é válido ressaltar a priorização de interesses financeiros como um dos motivadores dessa situação. Conforme o pensador Heidegger, ele critica a maneira de como a tecnologia pode alienar os indivíduos de sua essência, pois vê um risco na forma como as máquinas e os processos tecnológicos podem desumanizar o trabalho, transformando-o em algo mecânico e sem significado. Contudo, fica nítido que a priorização de interesses financeiros estão acontecendo cada vez mais, pois usam a inteligência artificial como forma de trabalho transformando-se em um estilo de vida da sociedade. Assim, faz-se imprescindível a dissolução dessa conjuntura.

Ademais, percebe-se, ainda, que a busca por automatização de tarefas repetitivas atua como potencializador dessa situação. De acordo com Karl Marx, onde argumenta que o trabalho é a fonte do valor dos produtos. Ele introduz a ideia de que o valor de uma mercadoria é determinado pelo tempo de trabalho socialmente necessário para produzi-la. Todavia, este fato pode ser atribuído a busca inconstante pela automatização de tarefas repetitivas, onde a revolução da IA está redefinindo o mercado de trabalho, exigindo dos profissionais uma atualização constante de suas habilidades. Dessa maneira, entende-se essa questão como uma situação cuja resolução deve ser imediata.

Portanto, para que o mercado de trabalho com o advento da inteligência artificial seja de fato eliminada, é necessário que o mercado de trabalho, maior promovedor de empregos, deve promover a dissolução de máquinas e de processos tecnológicos que desumanizam o trabalho, por meio da mídia divulgando o trabalhador e não as máquinas, a fim de proporcionar um mundo melhor.