O mercado de trabalho com o advento da inteligência artificial

Enviada em 22/11/2024

“A IA é um desafio, mas também uma oportunidade para criar empregos e crescimento.” - Xi Jinping, Presidente da China. A tecnologia de ponta impulsiona crescimento, reduz custos e gera oportunidades em áreas de inovação e inteligência. No entanto, é importante destacar que a falta de investimento governamental em IA pode ser um obstáculo para o crescimento econômico. O governo brasileiro precisa investir em educação e treinamento em IA infraestrutura tecnológica. Logo, esse atraso tecnológico faz com que o crescimento econômico seja prejudicado.

Em primeiro plano, é imprescindível destacar a baixa eficiência de verbas destinadas à educação tecnológica avançada, apenas 2,3% das verbas públicas vão para essa área (INEP, 2020). Isso ocorre devido à falta de planejamento e gestão ineficiente. Consequentemente, gerando atraso tecnológico e perda de competitividade global, a falta de investimento em inovação e tecnologia compromete o futuro econômico do Brasil.

Ressalta-se, ademais, a situação precária de infraestrutura tecnológica no país, exacerbada pelo advento da inteligência artificial. Isso impacta negativamente o mercado de trabalho, gerando desemprego massivo em setores automatizados afetando milhões de trabalhadores, colocando em risco a estabilidade social e econômica do país. Isso pode levar a um colapso de desempenho empresarial brasileira, tornando difícil atrair investimentos estrangeiros e prejudicando a prestação de serviços públicos essenciais.

Infere-se, portanto, a necessidade de combater essa problemática no Brasil. Logo, cabe ao Governo, como Ministério da fazenda, aumentar verbas, desenvolver programas de treinamento e fomentar parcerias público-privadas para desenvolver soluções inovadoras. Essa ação impulsionaria a reduzir atrasos tecnológicos, aumentar concorrência global, gerar empregos, estimular crescimento econômico e melhorar serviços públicos. Em acréscimo, a coletividade, por intermédio do Ministério do trabalho, que deve fazer uma revisão de regulamentação para proteger os trabalhadores contra automação e promover capacitação tecnológica com incentivos fiscais.