O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades
Enviada em 23/07/2020
É indiscutível que desde a Revolução Industrial, a mão de obra é reduzida cada vez mais e o mercado de trabalho é mais exigente. Conquanto, os jovens brasileiros possuem menos oportunidades, já que a experiência domina o não saber. Nessa perspectiva, é relevante destacar o descaso do jovem em relação ao mercado de trabalhista e, ainda, a mecanização do trabalho.
Convém ressaltar, a princípio, que a maioria da recente geração economicamente ativa, é acostumada a estar sempre em conjunto com o que os pais fornecem. Nessa conjuntura, o jovem se torna descansado por saber que seus genitores estarão ali para fornecerem o que ele precisa e não busca por meio de sustento. Logo, a família o apoia tanto que o mesmo não busca conquistar um emprego e põe em evidencia que todos são iguais perante a lei, como é colocado na Constituição Federal.
Além disso, os avanços tecnológicos interferem na quantidade de emprego disponível e claro, a preferência é de quem tem maior experiência. Conforme George Orwell, escritor britânico, ‘‘Quem controla o passado, controla o futuro,’’ destarte, com o aumento de de tecnologia agora, o mercado de trabalho reduzirá ainda mais e os jovens não terão com que trabalhar já que a mão de obra deve ser experiente.
Por conseguinte, o jovem contemporâneo possui tanto privilégios, como também dificuldades, não consegue um emprego as vezes por descaso ou os empregos são muito mecanizados. Em síntese, o Ministério do Trabalho,como representante do Governo, em parceria com os sindicatos dos trabalhadores, deve promover aumento de estagiários no mercado trabalhista e, ainda, garantir que os jovens arrumem um emprego pós faculdade, por meio de fiscalizações, aumento de oferta e, se possível, promulgação de uma lei. Dessa maneira, a Revolução Industrial e os avanços tecnológicos futuros não influenciarão na parte econômica dos jovens brasileiros.