O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades
Enviada em 23/07/2020
Para atender à demanda do mercado de trabalho contemporâneo, é essencial que o trabalhador tenha formação técnica ou graduação em um curso superior. Contudo, no Brasil, há muitos imbróglios para que jovens consigam adquirir tais experiencias exigidas pelo mercado. Dessarte, é imprescindível salientar, como propulsores da problemática, a não capacidade do Estado em fornecer alicerce para o desenvolvimento profissional e a má qualidade de vida que grande parte da juventude brasileira dispõe.
A priori, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apenas 15% dos brasileiros detêm graduação em cursos superiores. Nessa perspectiva, é possível denotar que o mecanismo educacional brasileiro carece de recursos eficazes para fornecer base para a progressão dos jovens no âmbito acadêmico. Por conseguinte, a economia nacional é prejudicada pela falta de profissionais especializados e o desemprego aumenta, o que agrava a pobreza e a desigualdade social.
Ademais, para que o jovem tenha bons resultados acadêmico é necessário que ele possa usufruir de uma boa qualidade de vida, pois, dessa forma, será possível dedicar tempo e energia para empenhar-se apenas para sua capacitação profissional. Entretanto, o estudante brasileiro enfrenta diversos impasses cotidianos, como alto índice de violência e transporte público de má qualidade contatados pelas secretarias de segurança e mobilidade urbana das principais capitais do país. Nessa lógica, além dos impasses relacionados às dificuldades de aprendizagem, existem as dificuldades encontradas no cotidiano que deveriam ser solucionadas pelo Governo.
Depreende-se, portanto, que é necessário aprimorar o sistema educacional brasileiro e proporcionar aos estudantes uma melhor qualidade de vida para reverter a problemática em questão. Para isso, o Poder Executivo, em parceria com o Legislativo, deve, mediante investimentos e legislação, adotar métodos que impulsione o desenvolvimento escolar, como investir mais na educação básica, do modo que fazem os países desenvolvidos. Além disso, o Ministério da Educação deve fornecer bolsas de auxílio financeiro aos jovens mais carentes economicamente, objetivando incentivar o estudo daquele jovem por intermédio facilitações nas despesas com deslocamento e alimentação.