O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades
Enviada em 26/07/2020
Machado de Assis, célebre escritor brasileiro, disse: “Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado da nossa miséria”. De maneira análoga à citação do dramaturgo, o jovem contemporâneo, sobretudo, os menos favorecidos socialmente, apresentam dificuldades ao ingressarem no mercado de trabalho, seja pela falta de preparo intelectual, seja pela ausência de oportunidades.
A priori, é importante destacar o elevado número de jovens que não estudam e nem trabalham , no Brasil, visto que eles dificilmente conseguem oportunidades de trabalho, devido, majoritariamente, pela falta de assistência pública. Nesse sentido, desde o Iluminismo, uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o prolema do outro. No entanto, lamentavelmente, hodiernamente, aproximadamente, a cada 10 jovens, 8, ainda, não ingressaram no mercado de trabalho, de acordo com dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplica. Portanto, medidas atenuantes são necessárias para reverter esse cenário caótico como dito por Machado.
Ademais, vale analisar a exímia importância da capacitação profissional para os jovens brasileiros, pois, assim, podem ingressar no mercado de trabalho. Segundo o filósofo grego Protágoras, “O homem é a medida de todas as coisas”, isto é, o protagonismo humano como autor de seu futuro sendo condicionado a uma qualificação e, consequentemente, um emprego digno. Logo, políticas públicas são necessárias para alcançar uma isonomia social, de acordo com à pauta iluminista.
Diante dos fatos supracitados, medidas são vitais para esse cenário conturbado. Posto isso, cabe ao Estado, mediante o Poder Legislativo o papel de ampliar o Decreto Federal de número 5598/2005 - obriga empresas a contratar jovens aprendizes -, a fim de que o mercado de trabalho integre os jovens e, assim, eles possam se especializar em suas áreas de preferência, enquanto trabalham. Desse modo, o pensamento do realista e do sofista serão concretizados.