O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades
Enviada em 26/07/2020
Segundo a primeira Lei de Newton, a Lei da Inércia, um corpo tente a permanecer em repouso ou em movimento retilíneo até que uma força atue sobre ele. Seguindo esse viés, a inserção dos jovens no mercado de trabalho é dificultada, dado que os métodos de impulso são negligentes. Sendo assim, deve-se levantar um debate a respeito do método de estudo obsoleto e da escassez de oportunidades.
Primordialmente, muitos adolescentes abandonam a escola e não se dedicam aos estudos, fator decisivo para a busca de emprego informal. Esse quadro é consequência de um ensino pouco eficiente que prioriza a memorização de conteúdo, privando-os de um pensamento crítico e diminuindo o interesse pelo aprendizado. Nesse sentido, segundo o sociólogo Imanuel Kant, o ser humano é fruto da educação, ou seja, se ela não é eficaz a qualificação da pessoa também não será.
Somando-se a isso, os mecanismos de inserção do jovem no mercado de trabalho, como o jovem aprendiz, são insuficientes e o muitos empregadores não o aderem. Com isso, conforme o jornal Folha de São Paulo, em 2016, 93,8% das empresas não tinham nenhum aprendiz em seu quadro de funcionários. Esse fator contribui para a problemática, uma vez que esses métodos aumentam a empregabilidade formal e a renda.
Portanto, é notório que a adesão do jovem no mercado de trabalho ainda encontra empecilhos. Para isso, cabe ao Ministério do Trabalho, responsável pelas diretrizes para a geração de emprego e renda, criar programas gratuitos profissionalizantes, inserindo cursos técnicos. Outrossim, o mesmo Ministério deve fazer parcerias com empresas público-privada, visando um maior oferecimento de estágios. Assim, o número de jovens qualificados e os índices de empresas contratantes aumentarão.