O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades
Enviada em 28/07/2020
Em 2002, por conta de uma série de erros administrativos, a BVRJ(bolsa de valores do Rio de Janeiro) fechou as portas, tendo como consequência a falência de muitos acionistas. Em contra partida, a bolsa paulista(b³) seguiu em uma direção oposta, tendo hoje uma alta relevância sobre o mercado de trabalho, apresentando diversas possibilidades. Contudo, para garantir o melhor crescimento, é fundamental a correção de problemas entorno do analfabetismo financeiro.
De fato o crescimento da b³ é algo positivamente surreal. Calcula-se que ela tenha triplicado o numero de investidores, ou seja, um acréscimo de 200%, Sem contar o IBOV, principal índice de desempenho, que mesmo em meio à pandemia demonstra uma recuperação decisiva. Em suma, a ampliação do mercado financeiro permite a contemplação esperançosa da retomada dos empregos, principalmente aos jovens. No entanto, a BVRJ também apresentava excelentes feitos antes de quebrar.
Sim, ainda que mediante a tal expansão, a b³ ainda pode ter sérios problemas. Como provou o empresário Naji Nahas, responsável pela ruína da bolsa Carioca, o jogo das ações pode ser manipulado, afetando problematicamente aqueles que não dispõe de conhecimentos especulativo. Daí, dado o discrepante aumento de investidores, sua maioria jovens de 18 à 22 anos, torna-se essencial a minimização do analfabetismo financeiro, caso o contrario, os novos acionistas podem fazer péssimas operações ou a bolsa pode colapsar através de uma bolha inflacionário, ambas situações desastrosas.
Por isso é necessário, por meio do ensino médio, que o ministério da educação disponibilize aulas de educação financeira, com ênfase na história econômica brasileira, e adjunto a isto, o estado de São Paulo, por intermédio da b³, aumente o compromisso com o IBOV, duas ações conjuntas visando diminuir os possíveis empecilhos com papéis de ações. Para que assim, a BVJR seja a última bolsa a ser fechada em solo nacional.