O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades
Enviada em 31/07/2020
“O único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário”. Por meio deste trecho do físico teórico alemão Albert Einstein, vê-se a importância do trabalho em nossa sociedade moderna, principalmente para os jovens, mas mesmo assim ele é uma faca de dois gumes, pois enquanto para alguns ele dá oportunidades, para outros ele dá desafios. Diante dessa perspectiva, cabe avaliar os fatores que favorecem esse quadro.
Primeiramente, é fulcral ressaltar a importância competitiva de se começar trabalhar mais cedo, visto que para um empresário faz mais sentido contratar alguém com alguma experiência do que uma pessoa totalmente novata, e isso se amplia ainda mais quando se leva em conta cargos mais importantes. A inserção do jovem no mercado de trabalho tem sido facilitada principalmente com a Lei nº 10.097/2000, ampliada pelo Decreto Federal nº 5.598/2005, que obriga que todas as empresas de médio e grande porte contratem um número de aprendizes equivalente a um mínimo de 5% e um máximo de 15% do seu quadro de empregados cujas funções demandem formação profissional. Portanto, admira-se tal postura.
Destaca-se, ademais, o outro gume da faca que são os jovens que não prestam serviços e nem fazem presença nas escolas. De acordo com uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) demonstra que 23% dos jovens brasileiros não trabalham e nem estudam. Partindo desse pressuposto, torna-se visível que ao longo prazo esses jovens ficarão cada vez mais atrasados, se levado em conta o que já foi dito no segundo parágrafo. Tal problemática traz á tona uma consequência que vem nos acompanhando a muito tempo, a desigualdade. Logo, faz-se mister uma tomada de decisão a fim de sanar o imbróglio.
Infere-se, assim, que é imprescindível que estado tome alguma medida, de modo a igualar as chances de um jovem conseguir um emprego. Dessa maneira, é fundamental que o Tribunal de Contas da União direcione capital que, por intermédio do MEC e do Ministério do Trabalho, será revertido em uma fiscalização com o objetivo de integrar os jovens desempregados e sem ensino ao mercado de trabalho ou ao ensino, por meio de reuniões com as devidas autoridades. Para assim, acabar com o problema.