O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades

Enviada em 28/08/2020

No hodierno cenário brasileiro os jovens enfrentam uma série de impasses para ingressar no mercado de trabalho. De acordo com o IBGE a taxa de desemprego entre os jovens de 18 a 24 anos corresponde a 26,6% do total de despregados do brasil isso corresponde a 4,1 milhões de jovens. Isso evidencia se, não apenas pela despreparação por parte das escola, mais também pela insuficiência legislativa.

Em uma primeira análise cabe pontuar que as escolas não preparam os jovens para o mercado de trabalho. Além do domínio dos conteúdos acadêmicos, o colégio deve ensinar questões básicas da conveniência em sociedade, garantindo que o aluno se adapte bem em todas as situações inclusive nos diferentes ambientes de trabalho, entretanto no contexto atual isso não  acontece. É importante que os jovens entendam quais as competências que, hoje, o mercado de trabalho demanda, bem como estimular vivências que os aproximassem dos ambientes corporativos.

Outrossim, em 2005 foi decretada a lei que dá obrigatoriedade a empresas de médio e grande porte terem jovens aprendizes entre 14 e 24 anos, em seus quadros, em uma cota que varia entre 5% a 15%. No entanto essa lei está longe de ser cumprida. Segundo o Correio Braziliense 98,5% das empresas desrespeitam a legislação. Sob tal ótica o país deveria ter mais de 939 mil pessoas trabalhando em tal modalidade, mas, com o desprezo desta norma, apenas 386 mil estão no mercado.

Destarte, para diminuir a taxa de desemprego entre os jovens. O MEC deveria adicionar a grade curricular dos estudantes matérias que preparem os jovens para o mercado de trabalho, ademais promover visitas a empresas e conversas com profissionais com o objetivo de desenvolver formação técnica e ampliar o repertorio do aluno sobre profissões. Pela mesma razão o Estado deveria tornar mais rígidas as leis do jovem aprendiz. Tais medidas visam combater o problema de forma precisa e democrática.