O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades
Enviada em 31/07/2020
Todo novo ciclo traz ansiedades, o inexplorado é motivo de temor, principalmente, na fase em que há grandes sonhos e pouquíssima experiência. Por conta disso, o ingresso no mercado de trabalho é delicado, pois a falta de habilidades e capacidades é um empecilho, principalmente, aos mais pobres apesar das vagas oferecidas.
Primeiramente, vale ressaltar que todo jovem deve passar pelo processo de amadurecimento, visto que as habilidades emocionais são prerrogativas no ingresso e permanência numa profissão, visto que são associadas à responsabilidade. Analogamente, na literatura é retratada uma estrutura da realidade chamada “jornada do herói”, quando uma pessoa entra em contato com o inexplorado - uma situação difícil - e só terá êxito caso se modifique positivamente, incorporando uma virtude em sua personalidade, como a coragem, por exemplo.
Além disso, a falta de capacitação profissional dos mais pobres é preocupante, uma vez que dificulta a ascensão social. Nesse caso, mesmo se houver vagas disponíveis o jovem não possui qualificação suficiente para aproveitar a chance. Logo, o estima da desigualdade no acesso as oportunidades se faz presente.
Com vista a capacitar a juventude para o mercado de trabalho, deve-se acrescentar à BNCC (Base Nacional Curricular Comum) no período que compreende ao ensino médio a matéria “Aperfeiçoamento da Inteligência Emocional” que será ministrada nas aulas de filosofia semanalmente e terá palestras dadas por psicólogos trimestralmente. Além disso, o MEC (Ministério da Educação) deve aumentar em 20% o número das escolas técnicas e conveniá-las as escolas públicas que terão exames trimestrais para o ingresso à partir do primeiro ano do ensino médio, desse modo haverá mais igualdade de oportunidade e, consequentemente, justiça social.