O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades
Enviada em 04/08/2020
Na Grécia antiga, um termo muito utilizado pelo jovens filósofos era o “Ócio Criativo”.O que para eles era a capacidade de se entregar a um momento de relaxamento,sem a realização de quaisquer atividades profissionais ou acadêmicas.Na contemporaneidade,esse momento de reflexão deixou de ser algo positivo para se tornar uma problemática, questões como a dificuldade dos jovens engessarem no mercado de trabalho,derivada de uma má formação acadêmica, têm gerado uma contante frustração que pode se tornar um dilema irreversível. Por meio disso,urge um olhar atento de toda a sociedade.
Primeiramente, é de extrema importância ressaltar as principais causas que propiciam a dificuldade dos jovens se empregarem no Brasil. Ao analisar amplamente a situação, questões como uma formação acadêmica de qualidade se torna um fator determinante para á obtenção de um emprego.Entretanto, á juventude contemporânea negligencia este importante quesito. Tal afirmação é evidenciada pelos dados do Ministério da Educação, este afirma que o Brasil além de ter um dos menores índices de pessoas no ensino médio, apresenta uma alta taxa de evasão escolar nesta fase, cerca de 11,2%.Por meio disso, percebe-se também um desenternece do estado, pois segundo o filósofo alemão Hegel o estado é pai da sociedade e é dever deste zelar pelo bem estar de seus filhos, garantindo os direitos fundamentais entre estes, uma educação de qualidade.
Em segundo plano,torna-se relevante destacar as consequência para a mocidade, desta constante falta de oportunidades no mercado de trabalho brasileiro. No atual século surgiu uma nova expressão direcionada a um determinado grupo de jovens brasileiros os “nem-nens”,estes são os que nem estudam nem trabalham. Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 23% da juventude brasileira pertencem à esta determinada parcela da população. Tal senário de frustração, com o passar do tempo, pode gerar possíveis transtornos emocionais como depressão e ansiedade em todas as camadas sociais. Pois, segundo sociólogo alemão Max Weber, o indivíduo exerce influência no todo, por meio da ação social. Com isso, jovens frustados pela constante falta de oportunidade,terá como consequência, a manutenção de uma sociedade desmotivada e desacreditada.
Contudo, a fim de amenizar as consequências da falte de oportunidade para os jovens, no mercado de trabalho.Cabe ao MEC em parceria com empresas privadas,por meio do redirecionamento de verbas públicas. Crias oficinas que propaguem o ensino profissionalizante, estas aulas ocorrerão nas escolas, por meio do auxilio de empresas privadas que fornecerão seus profissionais para o enriquecimento das palestras. Estas ainda oferecerão uma determinada quantidade de vagas, para jovens aprendizes.Há sim será possível que o estagio de “Ócio “volte ser símbolo de algo positivo como era para os Gregos.