O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades
Enviada em 08/08/2020
Embora inúmeros países promovam mecanismos para a inserção de jovens no mercado de trabalho, há importantes questões relacionadas ao aproveitamento efetivo dessa mão de obra. Nesse sentido, o atual contexto mundial, principalmente com os efeitos da crise econômica de 2008, parece ser mais um obstáculo a superar. Diante disso, um dos maiores desafios é a elevação do número de refugiados, e uma das melhores oportunidades é a possibilidade de desenvolver trabalhos na Internet.
Em primeira análise, cabe destacar que o aumento do fluxo de refugiados, a exemplo de sírios em direção a países europeus, parece ter acirrado as disputas no mundo do trabalho. Isso se torna ainda mais problemático em casos como o do Brasil, que tem recebido venezuelanos, porque quase um quarto da população jovem brasileira já não trabalha nem estuda, segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. No entanto, a nação verde e amarela tem se empenhado para combater suas mazelas internas sem deixar de lado o conceito de direitos humanos.
Se, por um lado, há desafios, por outro, o advento da Internet e a globalização têm providenciado oportunidades para que os jovens desenvolvam trabalhos autônomos. Nesse ínterim, não é raro encontrar nas redes sociais empreendedores que divulgam produtos, como pinturas em tela, artesanato e esculturas, e serviços tais como: tradução de idiomas, confecção de sites e produção de mídias digitais, por exemplo. Essas atividades têm, portanto, sido importantes na garantia de ocupação e renda para milhares de pessoas mundo afora.
Logo, diante da problemática debatida, medidas devem ser adotadas para garantir a inserção de jovens no mercado de trabalho. Nessa seara, os líderes governamentais mundiais, principais agentes de execução das demandas sociais, devem, por meio de políticas públicas de combate à crise econômica, de capacitação para o mundo do trabalho e de inclusão de refugiados, garantir oportunidades para os cidadãos natos de seus países sem se distanciar dos atributos de direitos humanos.