O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades
Enviada em 08/12/2020
Os puritanos acreditam que o trabalho era uma forma de se aproximar de Deus, e consequentemente era essencial, e muito praticado. Nesse contexto, essa lógica foi espalhada na sociedade, e permanece hodiernamente, onde o trabalho é muito valorizado, especialmente pelo público jovem, que almeja a independência. No entanto, são entraves que os jovens enfrentam a falta de experiência e vagas escassas, e medidas que mudem a situação são urgentes.
A priori, cabe salientar que pela idade variável, de 18 a 24 anos, muitos jovens não possuem experiência no mercado de trabalho, se candidatando muitas vezes para sua primeira vaga de emprego. Nessa lógica, as empresas geralmente se encontram com receio de dar oportunidades a esse público. Nesse prisma, diversos jornais como G1, Folha de São Paulo, ou O Estadão concordam que tal fator é excludente dos jovens no mercado de trabalho, revelando que a experiência deve estar presente.
A posteriori, mesmo quando a falta de experiência não é o fator máximo para a não contratação, o atual contexto econômico acaba influenciando muito. Nesse ínterim, sabe-se que uma crise econômica e trabalhista é evidente, o que afeta todos os brasileiros, e principalmente os jovens, que procuram constantemente por uma oportunidade. Assim, com poucas vagas, as empresas tem preferência por trabalhadores com experiência, o que interliga ambos problemas, e revelam as dificuldades enfrentadas por esse público.
Destarte, infere-se que os jovens enfrentam desafios na inserção no meio trabalhista. Portanto, cabe ao ministério do trabalho, criar mais vagas para os jovens no SENAI, ou programas semelhantes, para que entrem mais cedo em contato com o meio de trabalho, conseguindo assim maior experiência. Outrossim, os sindicatos devem fazer palestras em empresas, que expliquem as vantagens de se contratar jovens, aumentando as chances de contratação. Dessa forma, os jovens se encaixarão melhor no ambiente laboral.