O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades
Enviada em 19/08/2020
Consoante ao período da Revolução Industrial Científica, ocorreu uma grande mudança nas relações sociais, empresariais e informacionais na cidadania, ou seja, atualmente é priorizado a lucratividade adjunto com a velocidade da produção. Nesse viés, com base nesse avanço, é importante debater as profissões do futuro diante das evoluções do mercado de trabalho. Diante disso, deve-se analisar a ausência de cursos profissionalizantes nas escolas, a fim de de preparar o discente para as novas carreiras e a falta de investimento governamental em escolas técnicas para pessoas que já concluíram a escolaridade.
Primeiramente, a ausência de cursos profissionalizantes nas escolas, a fim de preparar o discente para as novas carreiras é um problema atual. Isso decorre do modelo pedagógico que prioriza ensinar apenas conteúdos cobrados em provas. Ademais, em parâmetro com a realidade do mercado de trabalho contemporâneo, é notório o aumento do desemprego estrutural, visto que geralmente, serviços braçais e de atendentes são substituídos pela robotização por questão de rentabilidade empresarial. Contudo, a área da tecnologia da informação conquista o espaço atual, por exemplo, as profissões de publicidade e de influenciador digital. Por isso, em decorrência dessa grande interligação do indivíduo com a ciência, é preciso modificar a estrutura escolar, no sentido de empregar aulas técnicas para encaminhar o jovem para esse novo cenário.
Em segundo lugar, a falta de investimento governamental em escolas técnicas para pessoas que já concluíram a escolaridade também é uma problemática. De acordo com a Constituição de 1988, é dever do Estado promover o desenvolvimento científico do país. Porém, após a crise política e econômica no ano de 2014, houve uma queda na destinação de verbas para educação. Nesse parâmetro, essa falta de planejamento ocasiona na intensificação do trabalho informal e, por outro lado, impede que os cidadãos de classe financeira baixa tenham acesso aos cursos de qualificações da mão de obra no intuito de ocupar as carreiras que necessitam do conhecimento tecnológico. Logo, é importante a criação de projetos sociais em áreas periféricas, na intenção de ofertar aulas e palestras que informem os indivíduos comuns sobre a mudança do mercado de trabalho.
Por fim, após os argumentos abordados, medidas são necessárias para solucionar esse impasse. Portanto, o Governal Federal deve destinar recursos econômicos as regiões brasileiras, por meio de arrecadação de impostos para criar cursos extraescolares tanto para os jovens, quanto para os adultos e idosos, no sentido de oferecer informação e qualificação da mão de obra, a fim de encaminhar os grupos sociais para as profissões que necessita de criatividade e conhecimento tecnológico.