O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades

Enviada em 17/08/2020

No mundo utópico marxista, os jovens podem sonhar com um mundo ideal maravilhoso onde não há capital, posses nem patamares sociais a conquistar, o mercado de trabalho é fomentado apenas pelo satisfatório sentimento de igualdade movimentado pela juventude que só exerce trabalho como uma atividade de lazer. Já no mundo real, o mundo se depara com uma geração de imensa abundância informativa e material facilmente acessível, classificada como geração Z, que além de acomodada por demandar menos sacrifícios para tudo, é penalizada pela falta de liberdade econômica que freiam as oportunidades de trabalho.

Constata-se a princípio, que a batizada geração Z, sofre de acomodação, causada por mimos não tidos às gerações anteriores. Verifica-se isso, no dado de que 49% dos estudantes preferem não exercer qualquer atividade profissional durante o período acadêmico, ignorando até mesmo o aprendizado de experiências reais no mercado de trabalho.

Como se não basta-se, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), define tão rigorosamente as normas as quais um cidadão pode trabalhar que além de impedir a flexibilização de jornadas, remuneração, funções etc. Dificulta a contratação dos jovens contemporâneos, os quais aceitariam oportunidades de emprego que puderem adaptar-se as suas rotinas habituais além de oferecer uma experiência que enriqueça sua vida estudantil.

Urge, pois, que medidas de adaptação da juventude ao mercado de trabalho é imprescindível. Para que isso ocorra, cabe às universidades, em conjunto, criarem um programa que se chamará “Fica na facul”. Sua proposta, será a de ocupação dos cargos operacionais das universidades, como limpeza e cozinha por estudantes das próprias instituições que poderão executar serviços em ritmo de rodízio cumprindo média de 10 horas semanais cada, tudo dentro do campus para o alunos não sentir que está sacrificando a escola por emprego. Feito isso, a mentalidade marxista será combatida com pequenas dozes de realidade.