O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades

Enviada em 19/08/2020

A obra cinematográfica “Tempos Modernos” apresenta Charlie Chaplin como um funcionário industrial, criticando a mecanização sistemática das fábricas definindo as funções. Analogamente à conjuntura atual, o mercado de trabalho cria novas oportunidades aos jovens, porém também é desenvolve alguns desafios ,no contexto pós-modernista, o que é preocupante. Portanto, a exigência cada vez mais alta dos empregadores torna, para a geração que inicia nesse tipo de mercado, um problema integrar-se de forma homogênea na comunidade dos trabalhadores.

Por uma perspectiva, quando se trata dos tempos atuais, as questões que envolvem a área do trabalhador traz muitas oportunidades para os novos participantes desse meio. Isso porque, a tecnologia globalizada, presente no século XXI tem permitido o desenvolvimento de novas profissões, na zona da internet, como por exemplo gestores de mídias sociais e engenheiro de cibersegurança, como é apresento no site da UNISC. Dessa forma, é possível perceber que o mercado trabalhador possui  também uma lado positivo, que se trata das novas oportunidades de carreiras que os jovens, iniciantes desse meio, podem escolher para seguir.

Por outro lado, é de suma importância entender que ao ingressar no mercado de trabalho os indivíduos de menor idade terão menos experiências ativas, por motivos óbvios, mas isso não é sinônimo de ter pouco conhecimento. Portanto, nesse prisma pode-se lembrar da Teoria da Tábula Rasa de John Locke, que compara as pessoas ao nascerem com folhas brancas que serão preenchidas com os acontecimentos e aprendizados adquiridos ao longo da vida. Logo, é perceptível que exigir experiências de trabalho de atores sociais tão novos é uma grande problemática na sociedade atual, uma vez que não tiveram oportunidades anteriores de emprego e, por consequência, ensinamento.

Torna-se evidente, portanto, que a cobrança excessiva e o surgimento de novas carreiras são consequências do mercado de trabalho contemporâneo. Logo, as Organizações não Governamentais (ONGs), que são instituições com ampla representatividade, devem, por meio de rodas de conversas públicas, juntar professores de Economia, Gestões Sociais e Empreendedorismo promovendo conversas com jovens prestes a iniciar no ramo de emprego, assim como conversas nas grandes e pequenas empresas contratantes. Esses eventos aconteceriam aos fins de semana e nos centros citadinos. Dessa forma, seria possível tornar essa transição para o mercado trabalhador mais simples, sem desafios, apenas com oportunidades.