O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades

Enviada em 24/08/2020

Muito se tem discutido sobre a inserção da juventude no mercado trabalhista, uma vez que as empresas buscam mais qualificação e experiência. Consoante o artigo 205, da Constituição Federal, a educação deve preparar os indivíduos para cidadania e o mercado de trabalho. Porém, esse dever não tem sido praticado, visto que o desemprego aumentou, não só pelo despreparo, mas também pela falta de oportunidade. Logo, é fundamental que os jovens consigam mais espaço no mundo laboral.

A priori, o educador suíço Johann Pestalozzi afirma que “o mundo está cheio de pessoas úteis, mas vazio de quem lhes dê emprego”. Ou seja, muita gente quer trabalhar, entretanto, a baixa qualificação profissional contrapõe os requisitos exigidos pelas empresas. Desse modo, a presença de cursos técnicos e domínio de uma língua estrangeira facilita a inserção do jovem no sistema laboral.

Outrossim, ressalta-se que, a vivência é cobrada por muitos empregadores, isto é, demandam anos de prática laboral para alguém o qual acabou de sair do colégio e nunca trabalhou. Diante disso, foram criados mecanismos para inserção no sistema trabalhista, como o programa Jovem Aprendiz, que aumenta não só a renda, mas também a empregabilidade futura.

Fica claro, portanto, que o jovem precisa de mais preparo para entrar no mercado de trabalho. Destarte, o Ministério da Educação , deve incluir cursos profissionalizantes na grade estudantil, através de maiores investimentos, com o intuito de entregar indivíduos aptos ao mundo laboral, assim, a prosperidade de um futuro segundo a Constituição será evocado.