O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades

Enviada em 04/09/2020

No período da Idade Média, o sistema econômico. político e social que vigorava era o feudalismo. Nesse século as profissões eram hereditárias, ou seja, eram passadas dos pais para os filhos. Em relação a esse paríodo, hodiernamente, devido às mudanças ocorridas durante as Revoluções Industriais novas tecnologias surgiram, com isso, as empresas passaram a contratar apenas pessoas com as melhores especializações e com mais experiência, pois, assim já iriam começar gerando altos rendimentos, e a empresa lucraria mais. Dessarte, os cidadãos que não possui o domínio em áreas especificas findam por ficarem sem emprego ou trabalhando de maneira informal, e sem os seus devidos benefícios dos direitos trabalhistas.

Inicialmente, segundo à constituição brasileira, o trabalho é um direito social fundamental que todos os cidadãos possuem. Entretanto, de acordo com dados divulgados pelo IBGE, cerca de 12,8 milhões de pessoas estão desempregadas, e os motivos para esse fato são a falta de especializações, experiências, crise na economia, a inacessibilidade à escolas e outros. Desse modo, é inadmissível que essa parcela da população continue vivendo dessa maneira miserável.

Ademais, quando os jovens conseguem ter um ensino educacional bom, cursos de especializações ou curso superior todo esse conhecimento permite a esses indivíduos um currículo excelente e um futuro promissor; no entanto, as pessoas que não possuem nada disso a sua realidade será totalmente opasta. Segundo o economista Mark Tier, “Especialização e o sucesso andam de mãos dadas”. À vista disso, é evidente que há a necessidade de políticas públicas para a integração de todos os indivíduos no âmbito do trabalho.

Portanto, indubitavelmente, faz-se mister que medidas seja tomadas para a ruptura dessa problemática. Nesse contexto, o MEC, com parceria com o MDH, deve criar um programa para disponibilizar cursos para jovens e adultos, com o intuito de capacitar esses indivíduos para o mercado de trabalho; Ainda mais, o MEC, deve contratar profissionais especializados para lecionar às aulas. E esse programa deve estar disponível de maneira presencial ou online para cursos que não necessitem de atividades manuais, como cursos de idiomas, por exemplo. destarte, os cidadãos teriam de volta o seu direito fundamental, o seu bem-estar social e o país aumentaria seus recursos financeiros apartir do desenvolvimento desses brasileiros.