O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades
Enviada em 12/09/2020
Estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) garante a todos os indivíduos o direito ao trabalho. Entretanto, a falta de habilidades cognitivas e socioemocionais interferem diretamente na garantia desse direito. Desse ponto de vista, deve-se dar prioridade ao grupo de jovens, pois os mesmos estão no inicio de suas carreiras profissionais e tendem a ter pouca ou nenhuma experiência no mercado de trabalho.
Certamente, o trabalho é um dos principais fatores no desenvolvimento de um país. Ocupando a oitava maior economia mundial, conforme o Ministério das Relações Exteriores (MRE), seria coerente acreditar que o Brasil possui um apoio financeiro e propicia muitos métodos para capacitar jovens para o mercado de trabalho.
Contudo, na prática, ocorre justamente o oposto, refletindo em um grande número de casos no qual diversos jovens encontram-se desempregados. Segundo o IPEA, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, cerca de 23% dos jovens brasileiros não trabalham e nem estudam.
Outrossim, pode-se ainda destacar o fato no qual a maior parte dos jovens brasileiros desempregados são mulheres, negros e adolescentes de baixa renda.
Desse modo, é inadiável que se resolva o problema da alta taxa de jovens desempregados. Necessita-se, urgentemente que o governo invista em instituições de capacitação profissional, visando a qualidade de aprendizado e a formação de bons profissionais para o mercado de trabalho.