O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades

Enviada em 11/09/2020

A inserção do jovem ao mercado de trabalho depende de diversos fatores, sendo os principais:a motivação e procura do mesmo, e oportunidades. Porém, nem sempre apenas tais condições são o suficiente para conquistarem uma vaga, fazendo com que pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) revele que 23% dos jovens brasileiros não trabalham e nem estudam.

Mesmo com a existência de políticas públicas no país que visam o inserimento deles no mercado(a exemplo a lei nº 10.097/2000 que determina que todas as empresas de médio e grande portes contratem um número de aprendizes equivalente a um mínimo de 5% e um máximo de 15% do seu quadro de funcionários), ainda há estatísticas alarmantes no meio, ou seja, Iniciar a carreira trabalhista nos tempos atuais pode ser difícil. Com cada vez mais responsabilidades surgindo na transição da adolescência para a vida adulta, oportunidades de vagas limitadas, e mercado competitivo que vêm exigindo elevada qualificação profissional. Sendo assim, os novatos devem estar além de com um bom currículo em mãos, também preparados mentalmente.

De acordo com estudo da IPEA, os principais motivos para este cenário são problemas com habilidades cognitivas e socioemocionais, obrigações familiares com parentes e filhos, falta de políticas públicas, entre outros. Logo, nem sempre eles têm toda a culpa por não estarem trabalhando, havendo uma série de elementos que influenciam nas taxas de desemprego jovial.

Desta maneira, várias medidas podem ser tomadas para solucionar a questão. A exemplo: uma melhora dos serviços públicos do Brasil em âmbito educacional, incluindo matérias escolares de desenvolvimento pessoal, fariam com que os alunos pudessem compreender melhor o mundo e estarem melhores preparados mentalmente para tomarem as vagas. Outra maneira, seria a implementação de aumentar a quantidade leis que os acrescentem mais facilmente nas empresas. Todos estes planos poderiam ser postos em pauta por um político, e consequentemente analisadas no congresso nacional, para que pudessem ser colocados em prática adiante, ou seja, seriam financiados pelos cofres públicos.