O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades

Enviada em 28/09/2020

Segundo pesquisas do Instituto  de Pesquisa Econômica (Ipea) 23% dos jovens não possuem nenhum vínculo com trabalho, denominados jovens nem-nem, em sua grande maioria são as mulheres de classes menos favorecidas, o gráfico  se detém na América Latina. Gráficos que deve chamar atenção da população Latina, e deve possuir com absoluta certeza ligações com classe, renda entre outros fatores.

Motivos que podem parecer tolos fazem toda diferença na hora de deixar o currículo, entretanto devido as pesquisas tem ligações emocionais e sociais, como políticas públicas, familiares e com devidas obrigações que lhes são confiadas, muitos jovens sonham em construir uma bela carreira no âmbito profissional, não e uma tarefa fácil de conseguir, o amadurecimento diz muito com respeito a isso.

Contudo, deve estar sempre atento as propostas oferecidas, de acordo com a Lei nº 10.097/2000, ampliada juntamente com o Decreto Federal nº 5.598/2005, as leis trazem expressamente que empresas de médio e grande porte, são obrigadas a contratarem jovens intitulados jovem aprendiz ou menor aprendiz, no mínimo de 5% e máximo 15%, Lei publicada em 2000 regulamentada em 2005, que devem estar cursando o ensino médio ou fundamental, ou até mesmo ter terminado o colegial, uma maneira de acessar e pelo Integração  Empresa-Escola(CIEE).

Com as Leis outorgadas foi dado um grande passo para melhorias no setor trabalhista jovem, mas inda e notável a deficiência neste programa, pois ainda há um grande número de jovens menos favorecidos com dificuldades, uma forma de diminuir ainda mais seria, trabalhar home office os que não tiverem condições, e moram longe ao menos poderiam ser bem remunerados.