O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades

Enviada em 03/10/2020

Na atualidade, a América Latina está sofrendo com uma elevada perda de mão de obra juvenil, principalmente o Brasil. Altíssimas taxas que prejudicam não só o jovem que ajuda na renda familiar, mas também na economia brasileira que entra em um agravo maior. Esta deficiência é causada principalmente pela falta de incentivos governamentais e pelo preconceito socioeconômico.

Em primeira análise, incentivos públicos influenciam diretamente no desenvolvimento do Estado, contudo com a falta dele, afeta todos os cidadãos, principalmente aqueles que estudam e tentam entrar no mercado de trabalho: os jovens. Segundo dados do Ipea, Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada, afirma que mais de 10 milhões deles não possuem emprego, e 5 milhões não estudam e nem trabalham. Isto indica que aqueles que não detêm de um conhecimento adequado para adentrar no mercado, e buscar pelo menos uma chance, infelizmente procuram um “bico” na tentativa de contribuir nas despesas familiares, por muitas vezes sem êxito.

Consecutivamente, o preconceito é um caso em especial, por perdurar por muito tempo e estar fixado na mente de cada indivíduo, que interfere na maioria da população juvenil brasileira. Como dizia Albert Einstein: “Triste época! É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito”. Basicamente o que ele diz tem total veracidade, pois aqueles que todos os dias lutam para sobrevier em sociedade, conviver em família e ser feliz; aquele que mora em “favela”, pobre e negro é o que mais sofre, sente a dificuldade de conseguir um sustento básico.

Em suma, o governo deve imediatamente começar a fornecer esses incentivos públicos, como programas educacionais, para facilitar a entrada deste jovem na economia visando reduzir os índices de desemprego entre estes. Além disso, a sociedade, em contribuição com o Estado, precisa eliminar pensamentos e ações preconceituosas, por meio de reflexões que favoreçam a mudança mental dos indivíduos, para que prevaleça o respeito e a dignidade.