O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades
Enviada em 03/10/2020
Um dos grandes problemas enfrentados hoje pelos jovens que procuram adentrar em uma vaga no mercado de trabalho é a falta de oportunidade que não lhe são dadas, pois muita das grandes empresas no mercado procuram por pessoas que tenham uma “bagagem” de experiência maior, algo que consequentemente deveria trazer mais lucros, pois assim não haveria gastos com treinamento, isso traz um sentimento de revolta para os jovens que mesmo fazendo cursinho ou até mesmo graduações, não conseguem encontrar a sua tão esperada vaga.
A constante busca pela alta qualificação profissional caracteriza o mundo do trabalho. Isso resulta em um cenário onde jovens recém formados profissionalmente precisam lidar com a grande exigência dos espaços de trabalho para poderem se inserir e se manter neles. O despreparo profissional evidencia a falta de praticidade, visto que esse aspecto não está sempre na formação do jovem. O nível fundamental e médio não são suficientes para oferecer essa preparação e, por vezes, o nível superior também não a oferecem. Assim, os jovens perdem seus espaço para aqueles profissionais mais experientes. Ademais, esse problema engloba ocorrência de patologias emocionais, como ansiedade e depressão, associadas muitas vezes a uma pressão psicológica e sensação de insuficiência.
De fato, deve-se enfatizar que cenários de desordem e perspectivas negativas em relação ao futuro, gerados em crise econômicas e políticas, resultam em arrochas salariais, demissões e fechamento de empresas de pequenos empreendedores, por exemplo. Sendo assim, ao analisar, a situação brasileira a partir de 2015, com diversos movimentos contra o Estado, seguidos de impeachment e recessão, vê-se justificada a narrativa de desafios que gerações y e z tendem a encontrar no setor de trabalho.
Portanto, é imprescindível a ocorrência de atos interativos para assegurar a plena introdução das gerações abordadas no mercado de trabalho. Para isso, compete ao Governo Federal, sob ação do Ministério da Economia, responsável pelo gerenciamento do setor, a adoção de medidas provisórias que, em tempos de crises, possibilitem ações alternativas para o não desemprego. Além disso, escolas e universidades, instituições formadoras para o mercado de trabalho, devem realizar atividades extracurriculares, mediante educação midiática e socioemocional, visando à ampliação de contato dos indivíduos com a realidade tecnológica e social, havendo a formação das gerações y e z.