O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades
Enviada em 03/10/2020
A tão querida vaga no mercado de trabalho que os jovens anseiam pode ser mais difícil de conquistar do que possamos imaginar. Com o avanço da tecnologia muitas especializações foram criadas, com o intuito de dar um melhor suporte para os profissionais que acabam de sair de faculdades ou que querem uma melhor qualificação, porém, há pessoas de baixa renda que não tem acessibilidade a esses meios porque alguns precisam ser pagos e tem preços muito altos. Assim, o mercado de trabalho, principalmente entre os jovens, é algo muito seletivo, aqueles que estudam mais e tem melhores condições acabam conquistando a sua vaga desejada. O que causa vários problemas tanto para a sociedade, quanto para os indivíduos em si, já que esse processo seletivo de profissionais causa uma disparidade nas classes sociais e também um aumento no número de jovens desempregados.
Primariamente, um dos principais desafios para os jovens são as pós- graduações já que muitos abandonam os cursos superiores o que os faz atrasarem na conquista de empregos, segundo dados relacionados ao período de 2017 pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), houve um crescimento desordenado na taxa de desistência nos cursos de segundo grau. Há também os jovens que não conseguiram sair do primeiro grau e tem suas chances ainda menores, o que acentua a cada vez mais a desigualdade no pais, causando desempregos, desigualdade e consequentemente o aumento da violência.
Secundariamente, quando os jovens tentam arranjar empregos acabam sendo alvos de desconfiança por parte dos contratantes por questão de idade e experiência, já que os empregadores pensam que por não ter nenhum tipo de contato com o trabalho antes podem fazer algo de errado, mesmo que o erro seja algo normal . Também é importante ressaltar os ’’ jovens nem nem’’, que não estudam, nem trabalham fazendo com que a economia e informação não circulem.
Portanto, o problema do desemprego não está em “jovens preguiçoso que não querem trabalhar” mas sim na mudança do mercado de trabalho com relação as novas tecnologias, que pedem cada vez mais por melhorias na informação e currículo. Então as politicas publicas, Governo e Ministério da Educação, deveriam criar cursos preparatórios e pós- graduações nas faculdades, como meio de incentivo e ajuda a melhora da capacitação de profissionais para que o desemprego não seja mais um problema tão recorrente. Assim também uma melhoria no ensino médio para que não haja desistência nos cursos.