O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades

Enviada em 03/10/2020

Atuando como a primeira lei de Newton, a Lei da Inércia, a qual confirma que um corpo tende a continuar em movimento até que uma força atue sobre ele, mudando sua direção, a dificuldade de ingressar no meio de trabalho é um desafio a ser enfrentado na sociedade brasileira. Em de ser uma força que seja suficientemente capaz de alterar sua rota  para a anulação do problema, a junção de alguns fatores colaboram para o agravamento e persistência da problemática.

Em primeira  análise, temos  a falta de mecanismos de inserção do jovem no meio trabalhista , em vista que, projetos como o Jovem Aprendiz ,possibilita ao jovem empregabilidade e aumento de renda. Entretanto, a adesão a esses projetos é muito baixa. Segundo o jornal Folha de São Paulo, em 2016 , 93,8% das empresas não possuíam nenhum aprendiz entre seus funcionários.

Em segundo plano, outro grande fator é a incapacitação da classe juvenil e a ausência de experiências , uma vez que, as empresas visam contratar pessoas com mais tempo de formação e mais qualificadas, deixando de lado os jovens que estão finalizando ou finalizaram o ensino médio. A falta de qualificação profissional se torna um problema frequentemente enfrentado principalmente por aqueles que abandonam os estudos ou não possuem especialização.

Portanto, é um problema que precisa ser erradicado. Cabe ao Ministério da educação -órgão responsável pela elaboração e execução da politica nacional de educação- ampliar projetos de emprego e criar cursos profissionalizantes por meio de leis e ampliação de projetos, como o Jovem Aprendiz, com finalidade de dar mais oportunidades de empregos aos jovens.  Só assim será possível funcionar como a lei de Newton e alterar o percurso desse  problema da permanência para a aniquilação.