O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades
Enviada em 03/10/2020
Na atual sociedade brasileira, encontra-se uma grande quantidade de jovens desempregados. Tal problemática relaciona-se com uma queda no Produto Interno Bruto (PIB), como pode ser visto na reportagem publicada pelo portal de notícias G1, e, consequentemente, um alta nas demissões, o que cria um mercado de trabalho com altos índices de trabalhadores informais e indivíduos que não conseguem ingressar no mercado de serviços.
Primariamente, o trabalhador encontra-se inserido em um mundo majoritariamente capitalista, onde recebe validação social relacionada ao seu trabalho e classe social. Como apresentado no artigo publicado pela UFRGS: “Sofrimento psíquico no trabalho contemporâneo”, há uma relação entre o trabalho e a remuneração social, no qual o indivíduo desempregado encontra-se excluído em relação aos indivíduos inseridos no atual mercado trabalhador, encontrando cada vez mais empecilhos para ingressar no ramo de trabalhos.
Além disso, há um grande número de jovens que, por falta de oportunidade de emprego em suas áreas de formação ou até mesmo falta de ensino superior, aderem ao trabalho informal em centro comerciais urbanos. De acordo com o site de notícias Estadão, o Brasil possui um recorde de aproximadamente 40% de trabalhadores informais, o que afeta o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do país, visto que o mesmo não está inserido na economia nacional.
Dado o exposto, é dever do Governo Federal criar medidas, como a inserção do trabalho informal no PIB nacional, por meio da organização de centros comerciais urbanos e disponibilização de cursos profissionalizantes para a população, a fim de inserir os indivíduos no mercado de trabalho, criando uma nação mais igualitária e diminuindo os índices de pobreza.