O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades

Enviada em 03/10/2020

Promulgada pela ONU em 1948, a declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos  o direito ao bem estar social. No entanto, na prática, tal garantia é deturpada devido os desafios e a falta de oportunidade na inserção dos jovens no mercado de trabalho contemporâneo. Nessa perspectiva, essas dificuldades devem ser superadas de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada.

Em primeira análise, na tentativa de amenizar a crise do desemprego entre jovens, foi criada a lei de jovem aprendiz, a qual determina que toda empresa grande ou média deve ter 10% de aprendizes entre seus funcionários. Fica evidente que esse programa é de extrema importância pois, possibilita a entrada no setor formal, porém, não é o suficiente para manter o jovem no mercado. Portanto esse cenário precisa ser alterado, tendo em vista que o Brasil faz parte do G20 da ONU.

Em segunda análise, muitos indivíduos veem no emprego informal uma alternativa aos desafios do mercado de trabalho. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), cerca de um quarto dos trabalhadores jovens no Brasil contemporâneo se enquadra na categoria autônoma. Outrossim, o comércio informal não paga impostos, dificultando o recolhimento de recursos que seriam repassados ao Estado para os serviços públicos, contribuindo, ainda mais, com a crise.

Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Cabe ao Governo brasileiro - órgão responsável pelo bem-estar social- reorganizar as finanças do país e proporcionar oportunidades empregatícias, por meio da parceria com o Ministério da Educação, a fim de que consiga investir na educação e que consigam competir com os demais para adentrar no mercado. E ao longo do tempo, a prosperidade de um mundo melhor será evocada.