O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades

Enviada em 03/10/2020

No século passado, o Brasil recebeu o escritor austríaco Stephan Zweig, autor do livro ‘‘Brasil, país do futuro’’, pois o mesmo acreditava no potencial de desenvolvimento e progresso da Nação. Todavia, o país ainda apresenta diversas problemáticas com forte protagonismo. Desse modo, vale ressaltar a dificuldade que o jovem enfrenta em relação ao mercado de trabalho, setor esse que afeta diretamente o desenvolvimento socioeconômico do Brasil.

Primeiramente, o mercado de trabalho, principalmente a partir do século XXI, vem se renovando cada vez mais, tendo em vista que novos ‘‘meios de produção’’  vem surgindo. Decerto, grande parte desses novos meios é a internet, por exemplo, a rede social Instagram tem se tornado tanto um auxilio no trabalho físico do indivíduo, como o próprio trabalho me si, com produção multimídia. Uma vez que tal público, produtor e consumidor, é, em sua maioria, jovem, o trabalho se torna muito mais fluído e acessível. Certamente, deve-se levar em consideração tal forma de trabalho no mundo atual que tanto vem crescendo.

Secundariamente, é indiscutível que o Brasil é um país que desvaloriza fortemente o empreendedorismo. Por conseguinte, o jovem brasileiro cresce com a mentalidade única de se tornar um empregado bem remunerado. Entretanto, em linhas gerais, a educação brasileira não fornece os conhecimentos necessários para se criar uma economia forte no futuro, que viria a ser uma educação financeira adequada. Atualmente, muitos potenciais econômicos brasileiros são limitados por um mentalidade antiga e, indiscutivelmente, ineficiente.

Em síntese, é inegável a gravidade da problemática apresentada. Desse modo, faz-se necessário a atuação do Estado, fornecendo incentivos e apoios aos novos meios de adentrar o mercado de trabalho, visando o crescimento e ‘‘popularização’’ de tais métodos. Decerto, vale acrescentar a ação do Ministério da Educação, com o ensino sobre educação financeira e empreendedorismo, almejando uma nova mentalidade para gerações futuras sobre a economia que vem se moldando e adaptando a cada dia. Sendo assim, o Brasil estará um passo mais próximo de se tornar a Nação descrita por Stephan Zweig.