O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades

Enviada em 09/10/2020

Levantamento do Instituto de Economia Aplicada (Ipea) mostra que 23% dos jovens brasileiros não trabalham nem estudam (nem são jovens), a maioria são mulheres e pessoas de baixa renda, como ocorre em nove países do mundo Um dos países com maior proporção de jovens. América Latina e Caribe. Ao mesmo tempo, 49% se dedicam ao estudo ou treinamento, 13% apenas trabalham e 15% trabalham e estudam ao mesmo tempo.

De acordo com esta pesquisa, os motivos dessa situação são habilidades cognitivas e socioemocionais, falta de políticas públicas e obrigações familiares com parentes e filhos. No mesmo grupo está o México, onde 25% dos jovens não estudam nem trabalham, em comparação com 24% em El Salvador. O outro extremo é o Chile, onde apenas 14% dos jovens se encontram nessa situação. A média da região é de 21% de jovens que não estudam nem trabalham, o que equivale a 20 milhões de pessoas.

Esse período de maturação representa uma transição da zona de conforto (ambiente doméstico) para o mercado de trabalho, o que pode gerar uma sensação de insegurança. Afinal, esta é uma nova etapa. Porém, se houver dedicação, força de vontade e principalmente continuidade na educação e no aprendizado, então essa experiência pode ser bem-sucedida, o que possibilitará que os jovens se tornem profissionais mais qualificados, que busquem reter conhecimentos e saibam se equilibrar. O equilíbrio emocional é mais maduro.

Com base no exposto, concluímos que a disciplina, o bom comportamento e a aquisição de informações necessárias ao crescimento interno e profissional são os fatores decisivos que estreitam o fosso entre a experiência inicial e a incerteza e a identidade profissional, que na verdade é Como todo o trabalho está feito.