O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades
Enviada em 08/10/2020
Durante a Revolução Industrial, período de grandes transformações sociais, eclodiu uma nova dinâmica trabalhista, cujo domínio fabril sobrepôs ao agrário. Na contemporaneidade, ainda é recorrente os debates acerca das consequências da presença da presença tecnológica nos processos produtivos, sobretudo entre os indivíduos da nova geração, os quais são os principais interessados, em adaptações exigidas pelo sistema financeiro, apesar da premência em mudanças nas formações profissionais, atentas à conjuntura atual, e na base de ensino. Desse modo, torna-se essencial evidenciar a necessidade de adequações do jovem no mercado de trabalho contemporâneo.
Em primeira análise, urge ressaltar a primordialidade da reformulação nas funções dos profissionais. Diante disso, observa-se que é inevitável o expansionismo maquinário, já que a produtividade e capacidade de armazenamento de dados eleva-se com os robôs, por exemplo. Consequentemente os jovens devem atentar-se no desenvolvimento de atividades que envolvam fundamentos como criatividade, o raciocínio e o controle no funcionamento, funções que, indiscutivelmente são exclusivas do seres racionais. Com efeito, essa ideia é ratificada pelo pensamento do psicólogo Gustavo Le Bon, o qual afirma que as revoluções expressam momentos de importante mudança e consolidação de uma nova visão de mundo, contrário ao repúdio às inovações, como visto em outras épocas.
Ademais, cabe postular a adaptação dos setores educacionais, de acordo com as exigências do mercado. Nesse sentido, verifica-se a insuficiência no enquadramento de disciplinas voltadas as habilidades exigidas por empregadores, como o raciocínio lógico e o domínio de idiomas. Com isso, matérias conhecidas por serem muito específica pela grade escolar, ganham destaque e atenção no contexto atual, principalmente a robótica e o inglês, este pela interação com diferentes países (fruto da globalização) aquele por conhecimento de sistemas operacionais. Assim, faz-se profícuo enfatizar o papel de adoção da exigência sobre o curso, por parte dos órgãos competentes.
Portanto, cabe ao Ministério da economia - Órgão responsável pelo processo trabalhista do país- a criação de novos projetos fornecedores de vagas para jovens em empresas governamentais, por meio de incentivos escolares direcionados a qualificação da juventude para a entrada no mercado de trabalho. Para que, dessa forma os novos empregados possam ter uma renda fixa para ajudar sua família ou ate mesmo se auto sustentar.