O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades

Enviada em 23/10/2020

Segundo a Lei da Inércia, criação do físico Isaac Newton, um corpo tende a permanecer em movimento até que uma força suficiente atue sobre ele, mudando o caminho. A dificuldade de inserção dos jovens no mercado de trabalho é um problema que persiste na sociedade brasileira há algum tempo. Com isso, ao invés de funcionar como força suficiente para mudar o rumo desse problema da persistência à extinção, a combinação de fatores, como falta de educação qualificada e a falta de experiências acabam contribuindo para a situação atual.

Em primeiro plano, é válido apresentar que a população sofre com a falta de educação qualificada. De acordo com Nelson Mandela, a educação é a arma mais poderosa para mudar o número, paralelo ao território brasileiro, essa arma está ameaçada pela grande evasão escolar que ocorre por falta orientação e pouco interesse dos estudantes pelo ambiente escolar. Contudo, a intensificação de investimentos na área educacional seria uma ideia pertinente, já que, pelo baixo nível de escolaridade, os jovens possuem impasses para obter um emprego formal.

Em segundo plano, a ausência de experiências no currículo é um fator preocupante e que se deve pôr em pauta. De acordo com o cientista e autor da teoria “A Seleção Natural”, Darwin diz que em um determinado ambiente sobrevivem os seres que são mais aptos, eliminando aqueles desvantajosos para tal condição. Analogamente, o corpo social contemporâneo não se atenta em ter uma singularidade na sua carreira, pois não possui incentivo das suas escolas ou familiares, inacessibilidade dos estudos em regiões carentes, acarretando no desemprego.

Dessarte, é de suma relevância a implementação de ações na área educacional para a redução das taxas de desemprego. Portanto, o Ministério da Educação juntamente à entidade escolar podem investir em aulas e palestras com temas diversos, e completando sua carga horária terá direito a um diploma, assim o jovem teria algo para colocar como especialização e não sairia desnorteado. Logo, quem sabe assim o Brasil se desenvolva nos aspectos econômico e educacional, não sendo a força suficiente para mudar seu rumo, descrita por Newton.