O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades
Enviada em 23/10/2020
O estudo Tendências Globais de Emprego para a Juventude, disponibilizou o dado que no final de 2017 foi atingida a maior taxa de desemprego entre os jovens no Brasil dentro de 27 anos, com 30% de pessoas de 15 a 24 anos tentando ingressar no mercado de trabalho. Ademais, com a inclusão da tecnologia nas áreas profissionais, tem sido mais complicado.
Devido ao avanço dos mesmos e a inclusão no ambiente de trabalho, a busca nos países de renda alta por jovens altamente qualificados tem tornado a escolha de empregados mais seletiva, pois exige muito uma preparação de qualidade. Segundo Jacques Meir, diretor do grupo padrão, essa é a geração mais preparada, informada e educada, mas também a que tem mais desempregados. Levando em consideração que “Os jovens são o futuro da humanidade e a esperança das nações”, disse Bento XVI, é necessário um maior investimento nos mesmos.
Sob esse viés, foi criado o programa Jovem Aprendiz do governo federal, que tem como intuito permitir que os jovens e adolescentes dentro da faixa etária exigida, possam estudar e trabalhar ao mesmo tempo sempre priorizando o aprendizado. Após a experiência, o adolescente consegue ter uma opinião formada sobre a área que quer ingressar e as dificuldades para consegui-la, fazendo com que ele se prepare o suficiente. Outrossim, as instituições privadas já estão adotando a inclusão digital, preparando mais ainda os alunos para esta nova realidade do uso da tecnologia no mercado de trabalho.
Portanto, está claro que a escassez de experiências e oportunidades tornam essa jornada em busca da vaga no âmbito trabalhista mais inacessível. Sendo assim, o governo deve disponibilizar um programa de palestras com jovens que já tem tal experiência e profissionais que dividem o espaço de trabalho com os mesmos, com o desígnio de mostrar que os alunos são capazes de ter essa realização mesmo em meio a tantos empecilhos.