O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades

Enviada em 23/10/2020

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e estatística em 2019: a taxa de desemprego entre os jovens no país era de 23,8%, estando acima da média que corresponde a 12,2%. Assim, a preocupação para integrar a juventude no mercado de trabalho, tem aumentado diante das dificuldades e oportunidades escassas presentes para a sua especialização. Dessa forma, é preciso solucionar essa questão tendo em vista a falta de preparo e espaço para adentrar no ramo de atividades trabalhistas. Antes de tudo é necessário ressaltar que o foco de todo ensino escolar visa apenas o ingresso na universidade e não prepara o discente para as outras fases futuras. Por isso, o governo federal em 2017 lançou o “novo ensino médio” afim de especializar o aluno na área que deseja seguir após a conclusão de grau o deixando mais atrativo para conseguir um emprego. Entretanto, a reforma limita-se na formação e não proporciona ao indivíduo a experiência que resulta no incentivo para ser contratado, como por exemplo: as bolsas de estudo e os estágios. Diante disso, a mudança desejada pode ocorrer de acordo com a Terceira Lei do físico Isaac Newton: “toda ação terá uma reação de mesma intensidade da interação dos corpos “, ou seja, para obter uma geração promissora e qualificada para um bom progresso, é preciso uma força a mesma responsabilidade posta a esses indivíduos.

Outrossim, é evidente que as vagas de emprego ao recém-chegado no ofício é uma problemática, pois as medidas exigidas impedem que ele seja adquirido pela falta de experiencia, sendo que para consegui-la ele precisa ser aceito. Logo, há contraposições no direito que assegura a esse sujeito na sociedade como consta na Constituição Federal no artigo 227, pois o Estado tem a responsabilidade de viabilizar o direito a profissionalização assegurando ao adolescente e o jovem seus direitos trabalhistas, com absoluta prioridade. Sendo assim, a preocupação sobre o futuro será amenizada e a contribuição cidadã deles terá sua verdadeira eficácia que, segundo o sociólogo Émely Durkheim, funcionara como um órgão no corpo social contribuindo para a melhora da pátria.

Portanto, com o intuito de conseguir formar cidadãos especializados para um bom funcionamento do Brasil, evidencia-se uma resolução para esse impasse. Por certo, é preciso que o Ministério da Educação providencie a atuação conjunta das leis 11.788/2008 e 13.415/2017 para atingir o aperfeiçoamento do estudante em transição ao ramo de trabalhos, como também é necessário que sejam criadas e executadas pelos poderes legislativo e executivo as políticas públicas que ofereçam a redução de impostos mediante a aceitação dos empregados mais novos. Em síntese, os imbróglios tenderão a diminuir e ocorrerá mais possibilidades de formar especialistas promissores tendo a diminuição dos dados estatísticos de pessoas inativas.