O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades
Enviada em 23/10/2020
Em 2014, no Brasil ocorreu a Operação Lava Jato que acarretou o desemprego latente até os dias hodiernos, desde do ocorrido ter um emprego passou a ser algo difícil, bem como, é difícil para os jovens brasileiros conseguirem um trabalho, já que, os mesmos tem pouca experiência de vida, devido à isso, empregar um jovem gera um alto custo de encargos sociais, desse modo, os mesmos tem tendência a terem dependência financeira, gerando assim, um difícil amadurecimento.
Nessa toada, é comum nos EUA os jovens começarem a trabalhar aos 14 anos, uma vez que, com 16 anos eles compram seu carro, por outro lado, no Brasil, o site UOL relatou que os jovens começam a trabalhar normalmente aos 18 anos, sendo assim, quando tentam entrar no ramo trabalhista tem dificuldade, pois os mesmos não sabem como lidar com o público, bem como, não tem cursos básicos, como o Microsoft, causando assim, uma dependência financeira e posteriormente um déficit de amadurecimento, podendo levar à uma má administração monetária resultando em dívidas.
Nessa seara, o Artigo 5° da Constituição Federativa brasileira alega que todos são iguais perante a lei, no entanto, isso não é recorrente, visto que, quando os adolescentes entram no mercado de serviços sem experiência seus superiores os ensinam a como manusear o cargo, logo empregar os jovens sem experiência custa tanto quanto os mais velhos com experiência, favorecendo uma geração alienada e desempregada.
Infere-se, que os jovens enfrentam diversas dificuldades para conseguirem trabalhar, sendo assim, o Estado com o apoio do Poder Legislativo devem criar leis que obriguem os empregadores a contratarem jovens mesmo que eles não tenham experiência, diminuindo assim, a dependência financeira, bem como, os jovens devem fazer cursos básicos oferecidos por sites que são gratuitos, por fim os mesmos devem participar de cursos que os colégios oferecem, com fins de ter uma sociedade igualitária, formada pela associação de todos como acreditava Durkheim.