O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades

Enviada em 23/10/2020

Com o aumento da tecnologia e as novas tendências decorrentes de sua ascensão, surgiram problemas para inserção de jovens no mercado de trabalho. Por conseguinte, os principais impasses situam-se na falta de contato com o trabalho no ambiente educacional e escassez de incetivo governamental à empregabilidade juvenil. Assim, revela-se a necessidade de resolver a problemática.   Em primeiro lugar, a ausência de contato com o ofício no ambiente educacional estabelece a matriz problemática. Dessa forma, os jovens ficam muitos anos estudando e tem pouco contato com o trabalho, fato que prejudica o ganho de experiência e contribui para a estatística de desempragabilidade exposta pela Organização Internacional do Trabalho, que relata quase 30% de jovens laboralmente desocupados. Diante disso, a falta de escolas técnicas profissionalizantes e de proporcionalização de convívio prévio do grupo juvenil no mercado.

Em segundo lugar, a omissão de incentivo governamental a ocupação de jovens configura outro empecilho. Nesse sentido, apesar de existirem programas como Jovem Aprendiz, criado em 2000 para jovens entre 14 e 24 anos, as medidas tomadas para introduzir a nova geração na esfera do trabalho têm sido insuficientes, já que as estatísticas demonstram aumento constante de desemprego, intensificado por fatores como a falta de estágios nas universidades e baixa contratação de recém formados de diversos cursos. Com isso, a negligência do governo federal acerca do impasse impede o progresso resolutivo.

Diante do exposto, é necessário que o governo federal, em conjunto com o Ministério da Educação e o Ministério do Trabalho, estabeleça um plano de metas para inserção de jovens no mercado de trabalho, contendo a instalação de escolas técnicas profissionalizantes nos municípios mais perífericos do terrítorio nacional, abrangendo todos os estados, além de parceria com empresas privadas para a disponibilização de mais estágios nas universidades federais e maior contratação nos cursos de menores oportunidades laborais, afim de reverter a problemática e integrar as novas gerações. Destarte, com as medidas tomadas, os jovens da era tecnológica contribuirão para a economia do país.